Contextualização da membrana plasmática


Toda célula viva possuí membrana plasmática. Essa membrana é de natureza semipermeável, sendo responsável por transportar e selecionar moléculas que entram e saem da célula.

Ela possui como uma das funções, o isolamento do ambiente ao redor, tem cerca de 5 nanômetros (nm) de espessura, e delimita espaço celular interno.

Os cientistas acreditam que o surgimento de uma membrana que enclausurava os primeiros seres vivos foi um dos passos fundamentais na origem da vida. Deixando de lado o ambiente externo, uma membrana estabelece o que pode ou não entrar na célula, definindo o que está dentro e o que está fora.

Essa habilidade de escolher o que entra e o que sai constitui a principal característica da membrana plasmática, a permeabilidade seletiva, é o que condiciona a célula a equilibrar seu meio interno e diferenciá-la do meio externo.

Apesar de apresentar uma espessura extremamente fina, a ponto de somente ser visualizada ao microscópio eletrônico, a membrana celular possui uma incrível complexidade e desempenha inúmeras funções.

Já foi descoberto pela ciência, a título de exemplo, que os pigmeus, mesmo produzindo quantidades normais de hormônio do crescimento, possuem baixa estatura graças a uma característica peculiar da membrana de suas células. Nelas existem poucas moléculas de proteína que conseguem se combinar a esse hormônio, resultando em um crescimento do organismo menor.

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