Independência do Zimbabwe

O processo da independência do Zimbabwe passou por varias frases, desde as tentativas do regime racista em apresentar leis da iniciativa pró-africanas no sentido de modificar o regime de propriedades como forma de facilitar a compra de uma casa africana que viviam não centros urbanos, até as acções nacionalistas dos africanos, apesar da forte repressão das autoridades racistas.

No ano de 1959, devido a forte acção das nacionalidades, é programado o estado de emergência e são presos vários dirigentes africanos. Josha Nkomo, um grande nacionalista africano, escapou por estar ausente dos pais.

Em 1961, nascia a União do Povo africano de Zimbabwe, de Nkomo e, em 1962, era declarada uma forca política ilegal.

Outra grande figura política que dominou a luta nacionalista zimbabwana foi o Reverendo Nanganigue Sitlole, autor reputado de uma brocha sobre o nacionalismo africano.

Enquanto Sitlole cria a Uniao Nacional de Africa do Zimbabwe, Jasha Nkomo cria o Conselho para protecção para Povo.

Em 1964, com a subida ao poder de lan Smith o processo da emancipação a independência vai sofrer um retrocesso, devido ao radicalismo da ala branca liderado por este novo homem-forte.

Em 1969, era estabelecida a nova constituição racista e em 1970 era programada a República racista dominada por 250 000 brancos contra os 6 milhões de africanos.

As hesitações das autoridades britânicas, quer os conservadores, quer os trabalhistas, abriram caminha para intuições da ela branca; que consistia no radicalismo, maniatado pela repressão e limitação da acção política dos nacionalistas africanos.

Com a independência das colónias portuguesas na região a pressão sobre o regime da minoria vai-se intensificar com o aumento de sanções e os encerramentos das fronteiras com estes pais.

  O bispo Muzorewa foi fundado o ANC. A guerrilha intensifica-se com a aproximação de Josho Nkomo e Robert Mugabe enfrenta a partir de agora o grupo de Muzurewa e Sitlole, mais próximos das autoridades racistas. Nkomo e Mugabe criam a frente patriótica.

Por volta de ano 1970,teve inicio um conflito sagrando no país, que durou mais de uma década.

Em 1979, foi estabelecido o acordo de Lancaster House e após um ano, a maioria negra recebe o primeiro voto em eleições, sendo eleito primeiro-ministro o moderado bispo Abel Muzurewa, que baptizou o país com o nome de Zimbabwe-Rodésia; estava ainda prevista a transição temporária para um governador britânico para realizar eleições no ano seguinte.

O bloqueio económico decretado pela ONU e a guerrilha que ganhou extraordinário impulso após a independência de Moçambique em 1975, fizeram com que o país adquirisse a independência e 1980, tomado então o nome de Zimbabwe. As eleições foram ganhas pela ZANU (União Nacional Africana do Zimbabwe), de Robert Mugabe.

Em 18 de Abril de 1980, Mugabe, o líder nacionalista negro e indicado para o cargo de primeiro-ministro, submetendo o país de um regime socialista. Foi assim que a ONU e a Grã-Bretanha reconheceram a independência nacional.

Em 1987, e estabelecido um regime presidencial, sendo Mugabe eleito chefe do estado.

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